Presidentes do Botafogo-PB e Campinense são afastados

Além dos respectivos presidentes, outras quatro pessoas também são acusadas.

A Justiça da Paraíba acatou, nesta terça-feira (11), a denúncia do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e tornou réu os presidentes do Botafogo-PB, Zezinho Botafogo, e do Campinense, William Simões. Os representantes são suspeitos de integrar uma suposta organização criminosa que manipulava resultados no futebol do estado.

Além dos respectivos presidentes, Breno Morais, Guilherme Novinho, Francisco Sales e Alexandre Cavalcanti (todos do Botafogo-PB) também são acusados. Com o recebimento da denúncia, o grupo está afastados das atividades profissionais.

A decisão foi assinada pela juíza Andréa Galdino, da 4ª Vara Criminal de João Pessoa. Já o ex-presidente da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol da Paraíba (Ceaf-PB), José Renato, e o árbitro auxiliar do quadro da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Tarcisio José, também viraram réus na ação.

Operação Cartola

A ação acontece em decorrência da Operação Cartola, deflagrada pelo Gaego e Ministério Público. A operação investiga uma suposta organização criminosa que atuava fraudando resultados e manipulando decisões de árbitros no Campeonato Paraibano.

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