12/04/2017

Programa Xeque - Mate ontem abordou assuntos sobre LGBT, relação homoafetiva e opinião jurídica sobre os direitos dessas pessoas Confiram!

Cidade

O programa Xeque-Mate desta última segunda-feira (10)  com o apresentador Fernando Antônio foi abordado assuntos sobre LGBT, relação homoafetiva e opinião jurídica sobre os direitos dessas pessoas tendo a participação da Dra Glesdilene Campos advogada, Joyce Montinelly (Ativista e Militante do Movimento LGBT) travesti e Léh Juvencio Andrade e Jonhy casal homoafetivo.(Da comunidade LGBT 1° casamento no sertão).

Um dos temas desse debate que chocou o mundo inteiro foi o crime da Travesti Dandara dos Santos, 42 anos, assassinada covardemente por 8 homens, ocorrido  em 15 de Fevereiro de 2017 na Cidade de Fortaleza Ceará. Com a repercussão deste crime bárbaro o governo do estado do Ceará tomou providencias e após o crime a delegacia da mulher de Fortaleza já está autorizada a atender travestis, transexuais, LGBT.

Segundo “Joyce, quando um crime é cometido à comunidade LGBT é de bastante requinte e crueldade, incitação de ódio.” Sendo que a mesma já foi alvo de agressão.

“Quantas Dandaras existem no nosso Brasil? Inúmeras. Dandaras sendo mortas, espancadas, agredidas de forma física e verbalmente que passam despercebidas pela sociedade. afirmou Dra Glesdilene.

O apresentador Fernando neste debate relatou a importância de educar os filhos sobre esse tema, respeitar o próximo independente de sexualidade, de cor ou raça, e conscientização da juventude.

Para Léh, é importante expor a realidade para população " merecem ser respeitados pela sociedade".

Somente em 2011 o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união homoafetiva como união estável, com os mesmos direitos e obrigações da união heteroafetiva. Data do ano de 2013 a resolução do Conselho Nacional de Justiça que impede que se negue acesso ao casamento.

Com a apresentação do Projeto de Lei nº 1.151/95, que institui a união civil entre pessoas do mesmo sexo, , os debates sobre conjugalidade homossexual tomaram uma proporção antes inimaginável, tornando-se objeto de programas de televisão, matérias de jornais e revistas, pronunciamentos de políticos, discursos de líderes religiosos e ativistas LGBT, abaixo-assinados pró e contra, novelas, conversas em família, discussões em mesa de bar e debates acadêmicos. Desde então, não só os homossexuais estão cada vez mais visíveis na sociedade brasileira, mas também a idéia de uma "família homossexual" começa a disputar espaço com outras nas lutas de poder em torno das definições socialmente legítimas de conjugalidade e parentalidade.
 
Ou seja, só neste século é que avanços significativos ocorreram. Mas é indispensável que a homofobia seja criminalizada, que direitos sejam estabelecidos legalmente. Não ver, não assegurar a todas as pessoas a tutela jurídica, independente de sua orientação sexual ou identidade de gênero, é a forma mais perversa de punir quem só quer ter direito de viver sua vida, de amar, de ser feliz.

Afinal, o direito à felicidade é o mais humano de todos os direitos humanos.

 

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